
Semana que vem é Carnaval; tem bloco na rua, chuva, suor e cerveja. Para a alegria da rapaziada, El Guincho, projeto que Pablo Díaz-Reixa fundou depois do Coconot, vem com banda para sua primeira apresentação em São Paulo. Promessa de festa e ritmos cruzados, de diversão, pasión e folia.
El Guincho no mês do Carnaval, no Brasil. O que a gente pode esperar?
Pablo: Muitíssimo entusiasmo da nossa parte. Tocar no Brasil é provavelmente um dos maiores sonhos que tenho. Nossos shows têm alguma coisa do espírito de vocês, de trio elétrico. Estamos muito contentes com a coincidência.
Que discos você apresenta no show? Tocam temas de Folías?
Pablo: Não; na verdade, ao vivo, só toquei músicas do Folías uma vez. Tocamos versões de Alegranza e Pop negro, mais uma ou outra inédita que casamos com o ritmo das canções já conhecidas.
Você continua com sua pesquisa sobre a música latino-americana? Quais são suas descobertas mais recentes?
Pablo: Fiz essa pesquisa sobretudo em 2006 e 2007. Estava escrevendo uma tese sobre “música de ilhas”, que queria apresentar numa universidade. Passou bastante tempo! Óbvio que a música latino-americana continua me interessando bastante e me parece muito “vigente”, mas tento não ficar só numa direção. Atualmente, ando muito entusiasmado com a música de club.
¡A BAILAR!
El Guincho, no Sesc Pompeia
17/2 (sexta-feira), às 21h30.

