
Logo que começamos o Si no puedo bailar, no es mi revolución, estabelecemos contato, por meio do pessoal do Boom Boom Clan, com uma cena emergente feita de músicos e amigos independentes da Venezuela. Parte dela em Caracas, parte em Maracaibo e, um pouco mais afastado, Jan Pawel, na estonteante Isla Margarita, no Nordeste do país.
Essa cena se tornou uma realidade importante da nova música venezuelana, e hoje a gente fica mais do que alegre ao escutar homenagens entre amigos, como essa que Juan gravou para Ulises Hadjis. Palmas totais.

